Futuro das Cidades - Instituto Vedacit

Interação com a sociedade

O Jornal do Brasil publicou um artigo que trata do papel dos cidadãos com relação aos desafios de viabilizar uma cidade inteligente. Segundo o texto, “um bairro é considerado inteligente quando ouve e interage com os cidadãos, sejam eles moradores, trabalhadores ou até mesmo visitantes. Uma das prerrogativas na construção de uma cidade inteligente é a prestação de serviços mais adequada às suas necessidades, tais como: semáforos interligados e interconectados para proporcionar uma melhor adequação ao tráfego nos vários horários do dia e facilitar uma gestão de emergência; postes com intercomunicadores com bombeiros e polícias, gerando uma comunicação eficaz e viabilizando informações precisas e rápidas; gestão de parqueamento para proporcionar prioridade a partir de uma determinada hora aos moradores, entre outros”.

O texto afirma que “a interação da iluminação pública com a população é uma vantagem tecnológica que já dominamos. Praças podem ter acopladas às luminárias sensores de presença avançados. Estes sensores comandam o fluxo de luz de um conjunto de luminárias. Quando tarde da noite, as áreas deixam de ser usadas pelo público, o fluxo de luz pode diminuir, mas assim que os sensores percebem um cidadão, o nível de iluminação aumenta para gerar segurança”.

O nível dos rios que cortam uma cidade, a programação das obras de manutenção, o nível de poluição, quantidade de acidentes, entre outras informações, precisam estar em placas, monitores LED e junto aos semáforos para que, quando os sinais fecharem, sejam visualizadas.

Informações como estas podem mudar o comportamento dos cidadãos. “Um exemplo disto é que quando somos informados do nível de poluição no entorno de nossas residências, somos motivados a utilizar o transporte público, a fim de contribuir com o meio ambiente e diminuir tal nível de poluição”.

Segundo o artigo, “a prefeitura do Rio de Janeiro há algum tempo criou um serviço extraordinário, o 1746. Este serviço tinha o objetivo de aproximar o cidadão da gestão da cidade, viabilizando através dos smartphones informações com riqueza de detalhes, inclusive fotografias e posicionamento geográfico. Infelizmente, o serviço não está funcionando como deveria. Se estivesse, seria o exemplo perfeito de integração. Claro que estamos na era do imediatismo e esperamos respostas instantâneas e este é o desafio”.

Leia: https://www.jb.com.br/colunistas/cidades_inteligentes/2019/12/1020848-interacao-com-a-sociedade.html